O desafio de conviver com as diferenças

O desafio de conviver com as diferenças

Nesta semana a professora Arlete nas aulas de língua portuguesa , trabalhou com alunos do 9 ° ano e do 2° série  do ensino médio focando na questão literária, abordando o tema desafio de conviver com as diferenças que está sendo focado nos dias atuais, no qual os dois alunos Enzo Francisco e a Amanda Caroline Sebold se prontificaram a expor seus textos .

Texto de Amanda Carolina Sebold

O desafio de conviver com as diferenças

  Há muito tempo atrás, quando os portugueses chegaram ao Brasil um corte de culturas foi percebido, sendo assim, desde os tempos mais remotos, já havia o desejo de imposição de religiões, costumes e tradições. Os brasileiros eram vistos com outros olhos pelos estrangeiros, sofrendo pelas desigualdades.

  As diferenças entre as pessoas persistem até os dias de hoje. Muitos sofrem preconceito, sendo discriminados e julgados pela sua aparência, religião, cor da pele e pelo lugar do origem, essas pessoas não são examinadas pelas suas essências e são julgados por outros que se mostram superiores.

  É muito comum nós avistarmos pessoas sendo discriminadas, afinal, o preconceito sempre existiu antigamente, negros e brancos, não podiam conviver juntos em hipótese alguma. Os afrodescendentes eram escravos tratados como animais pelos populares “Sangue-azuis”.

  Mas o que podemos fazer para acabar com as diferenças? Elas sempre irão existir, pois todos possuem modos de pensar, de se vestir e de agir diferentes, respeite isso e viva a diferença!

 

Texto de  Enzo Francisco.

 As diferenças ocorrem desde que os portugueses chegaram ao Brasil, pois nesse momento trouxeram várias culturas e etnias diferentes das já presentes no Brasil.

   Ao longo do tempo muitas culturas foram vindo para o território brasileiro, isso provocou um miscigenação muito grande.

   Infelizmente as pessoas não sabem aceitar as diferenças uns dos outros, isso se chama preconceito, como acontece com os negros, pois eles tem um tom de pele diferente, mas eles são iguais a todos a única mudança é na concentração de melanina na pele.

   Devemos respeitar as diferenças das outras pessoas, não devemos julgar ou rir, devemos respeitar também as diferentes culturas, ou costumes, pois no país existem muitas culturas, e cada uma tem seus costumes.

     Apenas devemos respeitar pois ninguém é igual a ninguém.

Digitado por: Lielbert, Pedro e Willian.


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